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Brasil

27/03/2017 ás 18h51

Sebastião Silva Neto-Jornalista DRT-0002001/PI

Piripiri / PI

Detentos se dedicam ao artesanato nos presídios do Piauí
Começou nesta segunda-feira (27), no prédio do Fórum Cível e Criminal de Teresina
Detentos se dedicam ao artesanato nos presídios do Piauí
Reprodução

Começou nesta segunda-feira (27), no prédio do Fórum Cível e Criminal de Teresina, a exposição Arte Livre, voltada à apresentação de peças artesanais produzidas por pessoas privadas de liberdade no sistema prisional do Piauí. A exposição é promovida pela Secretaria de Justiça, em parceria pela Vara de Execuções Penais e o Instituto Arte Viva.

A exposição ficará aberta ao público até o dia 7 de abril. O objetivo é colaborar para fortalecer, por meio da manifestação artística, o processo de ressocialização nos presídios do Estado. O detento Ivaldo Coelho é um dos reeducandos que participa de projetos de arte no sistema prisional. Para ele, é importante que a sociedade saiba o que eles estão fazendo.

“É muito bom a gente saber que as pessoas se importam com esse nosso trabalho e estão apreciando nossa produção, nossa arte, aquilo que nós fazemos enquanto estamos cumprindo nossa pena”. O subsecretário de Justiça, Carlos Edilson Sousa, destaca a importância do incentivo à manifestação artística como forma de ressocializar.


Artesanato nos presídios do Piauí( Foto: Divulgação)

“Acreditamos que a arte é capaz de mudar as pessoas e, por isso, temos investido nesses projetos que permitem ao detento vislumbrar a transformação através do artesanato, da música, da pintura, do teatro, de modo que eles possam ter um retorno saudável ao convívio social”, pontua o subsecretário de Justiça do Estado.

O corregedor-geral da Justiça do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Ricardo Gentil, frisa que é necessário o desenvolvimento de projetos como o Arte Livre. “É preciso dar auxílio a essas pessoas, resgatar a dignidade delas e, através de uma exposição como essa, os detentos se sentem produtivos”, observa o magistrado.                

O juiz da Vara de Execuções Penais, José Vidal Freitas, ressalta a relevância da parceria entre Executivo, Judiciário e sociedade para a efetivação do processo de ressocialização. “A sociedade, ao passar por aqui e perceber o trabalho produzido por quem está preso, tem a certeza de que que muitos deles buscam um recomeço”, analisa.



FONTE: Ascom

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